Lembram-se da tragédia acontecida, recentemente, na Praia da Memória (Matosinhos) que vitimou uma menina (cujo corpo ainda não apareceu) e a sua avó? Chegou até mim a informação que, do lado da mãe, são todos crentes, pertencentes à igreja Batista de Cedofeita. A irmã Isabel Pego pede a todos os crentes para que orem por esta família de coração destroçado.
Quarta, 25 Abril 2012 10:15
José Carlos Oliveira
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Igreja
Tenho ouvido, com atenção, as várias explicações sobre o facto de que a Igreja Católica Romana registou um decréscimo de 7% no número dos seus fieis. A melhor (pelo ridículo que espelhou) foi a de um prelado que disse que certamente a sua igreja perdeu em quantidade mas ganhou em qualidade, como se a primeira fosse necessariamente inimiga da segunda.
Mas também tenho ouvido alguns não católicos “a embandeirar em arco” esquecendo que nem sempre o decréscimo nas fileiras católicas significa obrigatoriamente um acréscimo nas fileiras dos grupos protestantes. Se formos realistas concluiremos que todos os grupos, ditos religiosos, sofrem com a sempre presente secularização que, regra geral, se manifesta em profunda apatia em relação aos valores espirituais.
Como evangélicos, e embora tendo a noção de que a instituição Igreja Católica Romana segue muito mais afoitamente as orientações do Vaticano em detrimento das Escrituras, não devemos “embarcar” alegremente na ideia de que o mais importante é termos multidões nos nossos cultos, sobretudo se a maior parte dos integrantes dessas multidões não tiver noção de quem está na origem daquele ajuntamento. Se outras coisas (ou pessoas) que não Jesus Cristo nos atrair às reuniões, então ao ajuntamento pode chamar-se tudo menos CULTO ou então o culto pode ser a tudo e todos menos a Deus.
A ideia de “ir à missa por desobriga”, tão normal entre católicos, não deixa de se verificar também entre grupos protestantes. A ideia trágica e desmotivante de estar ali sem saber por quê ou para quê nota-se tantas vezes nos rostos de muitos dos integrantes das tais multidões. Depois é vê-los cá fora, perfeitamente confundíveis com aqueles que nunca nasceram de novo, porque se calhar essa é a realidade espiritual deles também.
Ninguém me desentenda. Eu não olho com desagrado para a quantidade o que não pretendo é que a quantidade me deslumbre a ponto de ignorar o que é fundamental. Não queremos manter nas nossas fileiras apenas “religiosos”; pessoas que passam a vida sem entender que a mensagem do Evangelho, uma vez aceite, as salva para que elas sejam verdadeiramente discípulos que, quando reunidos em igreja, Adoram e louvam, aprendem e ensinam, edificam e são edificados, e quando entre os não salvos são sal da terra e luz do mundo. Com tais pessoas, e apenas com essas, não me importo nada que as nossas fileiras cresçam.
Quarta, 08 Fevereiro 2012 20:33
José Carlos Oliveira
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Às vezes interrogo-me porque é que Jesus, quando após a sua ressurreição pela primeira vez apareceu aos seus discípulos, não perguntou por Tomé que primou pela ausência. Quando nisto medito não deixo de pensar que, provavelmente, Jesus (apesar de ter notado a ausência) não a referiu para indicar com isso que ninguém é obrigado a reunir-se onde ELE prometeu marcar presença especial (Mat.18:20). Ele, certamente, lamenta as ausências mas não força as presenças. Apesar disso não devemos esquecer que a ausência de Tomé só a ele prejudicou. Em lugar de ter (ele mesmo) visto Jesus ressuscitado, teve de se contentar em ouvir a notícia dos lábios de quem presenciou o facto. O resultado da sua ausência foi a incredulidade (João,20:25). Felizmente Jesus deu a Tomé (o mesmo fará connosco) mais uma oportunidade.
Ah se as aproveitássemos!
Terça, 24 Janeiro 2012 21:45
José Carlos Oliveira
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Deus disse um dia a Jeroboão (o primeiro rei do reino de Israel após a divisão em dois reinos; Norte e Sul) o seguinte: “…rasguei o reino da casa de Davi, e o dei a ti, e tu não foste como o meu servo Davi, que guardou os meus mandamentos e que andou após mim com todo o seu coração para fazer somente o que era recto aos meus olhos…” (I Reis 14:8). Digam lá se o nosso Deus não é um Deus perdoador. Davi, como sabemos, nem sempre guardou os mandamentos do Senhor e nem sempre andou nos Seus caminhos com todo o seu coração fazendo apenas o que era recto. Mas Deus, após lhe ter perdoado, só consegue lembrar-se do que Davi fez de bom. O mal Ele perdoou e esqueceu.
Na igreja de Deus também deveria haver este espírito mas temos sempre tanta facilidade em recordar o que os outros fazem de mau e esquecer o que eles fizeram de bom.
Sábado, 17 Dezembro 2011 22:24
José Carlos Oliveira
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(Porque achamos importante, publicamos aqui um texto que a Sara postou na sua página do Facebook)
não é por acaso que te chamamos tia, eu e a lídia.
se dizem que não há laço mais forte que o sangue, nós seremos a prova do contrário.
fazes parte das primeiras recordações que guardo.
vejo a tua cara nesses flashes antigos e ouço a tua gargalhada - tão tua.
lembro-me de estar sentada ao teu colo e da tua irmã no dia em que a lídia foi para o hospital. tinha eu 2 anos.
lembro-me tão bem!
os meus pais dizem que cuidaste de mim nas duas semanas seguintes. não me lembro.
lembro-me, anos depois, de uma saia pequenina, de seda cor-de-rosa-bebé, que fizeste para uma boneca minha.
explicaste-me devagarinho como se fazia. deixaste-me experimentar e o resultado nem uma saia de bonecas parecia.
olhaste para aquele pedaço de tecido tosco de bainha torta e ainda te ouço dizer "vês como ficou bonita?"
há dois anos, os meus amigos ofereceram-me uma máquina de costura. sempre que a uso, lembro-me da saia de bonecas cor de rosa.
e dos vestidinhos que improvisava no sítio onde fazias fatos e casacos e blusas para as senhoras de leça.
lembro-me de me deixares fazer passagens de modelos naquele espaço pequenino, com os tecidos que te sobravam.
e de aplaudires sempre.
sempre brincámos contigo por causa dos corinhos saídos dos congressos de senhoras.
tu sorrias e nunca ficavas ofendida.
a imagem que tenho de ti é a de mulher forte, senhora de si, feminina, mas nunca frágil.
lembro-me de te irritares com o meu padrinho, quando ele te falava do lugar que as mulheres deviam ocupar.
nos últimos anos, já respondias a rir - sabias que adorávamos ver-te irritada com isso.
no último dia em que te vi, não sei porquê, quis sentar-me ao teu lado.
dei-te beijinhos no meio da reunião e fiquei ali, com o meu braço a abraçar-te.
quiseste dizer-me adeus e eu não deixei. disse que era cedo, que tínhamos muito tempo.
voltei para lisboa com o coração desfeito. foi só há 1 mês.
a minha mãe diz que, hoje, dificilmente me reconhecerás.
eu acredito que te lembras de tudo isto que lembro tão bem.
espero que partas rápido, mesmo que nos faças falta.
espero que partas rápido, pelo o amor que tenho por ti.
e espero encontrar-te de novo rápido.
nas ruas de ouro para onde vais morar.
Sara Antunes Oliveira
Domingo, 04 Dezembro 2011 09:24
José Carlos Oliveira
Ana Almeida Freitas Faustino, começou a ouvir o Evangelho na rádio juntamente com o então namorado, Walter, mais tarde começaria a visitar a IELP que na altura se reunia na R. do Espírito Santo, 47. As mensagens eram dadas na altura pelo Irmão Poland e não demorou muito a entregar-se ao Senhor. Dizia que antes de aceitar a Cristo tinha pesadelos terríveis, ao dormir, que desapareceram após a sua conversão. Não demoraria também muito a baptizar-se porque pensou para consigo: “Se Jesus se baptizou e não tinha necessidade porque é que eu, que tenho necessidade, não me devo baptizar?”. Após a sua conversão nunca mais deixou de marcar presença nos cultos e gostou sempre de se envolver nas várias actividades que, mesmo ao nível do departamento de jovens, eram realizadas acompanhando os jovens para toda a parte. Com o desaparecimento da irmã Elsie Ingleby foi ela que assumiu a liderança do departamento de senhoras da igreja sendo também figura destacada nos congressos de senhoras em cuja organização participou sempre. Foi também sempre presença assídua nos acampamentos de Esmoriz colaborando, sobretudo, na cozinha ajudando a D. Alicínia.
Era uma pessoa entusiasta, amiga, franca e directa. Se discordava de alguma coisa não ficava calada e não se coibia de tomar posição sempre que achava estar a ser praticada alguma injustiça ou sempre que, no seu entender, as coisas não estivessem a ser dirigidas como deveria ser.
Embora não fosse perfeita (como ser humano que era) foi sempre um exemplo para a igreja em matéria de assiduidade, dedicação, apoio e conforto aos doentes ou desviados. Visitava as pessoas em casa e nos hospitais com assiduidade e, apesar do seu trabalho, nunca ninguém a via exaltar-se ou a tentar chamar as atenções sobre si.
Como um dos responsáveis da IELP posso testemunhar que nunca recusou qualquer tarefa que lhe tivesse sido pedida, estando sempre pronta para ser uma parte da solução dos problemas do que uma parte dos problemas.
Cultivou também sempre o hábito de elogiar. Quantas vezes me incentivou através dos seus elogios. Uma vez, numa reunião de dirigentes da igreja (onde algumas vozes se levantaram contra mim) a Aninhas manteve-se em silêncio e quando falou foi para dizer: "Sobre o Zé Carlos apenas quero agradecer-lhe o muito que me tem ensinado sobre a Palavra de Deus, desde que passou a fazer parte desta igreja; obrigada Zé Carlos". Sempre que tinham lugar programas especiais era vê-la com um enorme sorriso e fazia questão de se dirigir às pessoas para elogiar e agradecer.
Há mais de três anos que uma rouquidão estranha se apossou dela. Descoberta a doença (grave) fez quimioterapia, terapia da fala mas sempre testemunhou de Cristo aos médicos. Já muito doente, instada pelo médico, se queria ser acompanhada por um psicólogo respondeu que o seu psicólogo era o Senhor. Numa recente entrevista que lhe fiz na Escola Dominical (uma semana antes de ter sido hospitalizada) perguntei-lhe se, quanto ao futuro, tinha qualquer receio. Com grandes dificuldades para respirar, foi contudo enérgica ao responder: “Não tenho medo nenhum; sei muito bem para onde vou e por isso estou segura”.
Agora está na presença daquele a quem sempre amou, serviu e a quem sempre procurou honrar. A Deus toda a glória.
À família enlutada a IELP endereça sentidas condolências e lembra que, para ela, a morte foi uma promoção à Glória.
O funeral será amanhã, pelas 15 horas, no salão da IELP.
José Carlos Oliveira
Sexta, 25 Novembro 2011 17:27
José Carlos Oliveira
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E-mail para o apostolo Paulo;
Estou escrevendo para colocá-lo a par da situação do Evangelho que um dia você ajudou a propagar para nós gentios, e que lhe custou a própria vida. As coisas estão muito difíceis por aqui. Quase tudo o que você escreveu foi esquecido ou deturpado.
Você foi bastante claro ao despedir-se dos irmãos em Éfeso, alertando que depois de sua partida lobos vorazes penetrariam em meio à igreja, e não poupariam o rebanho [1]. Palavras de fato inspiradas, pois isso se concretiza a cada dia.
Lembra-se que você escreveu ao jovem Timóteo, que o amor ao dinheiro era a "raiz de todos os males"[2]? Quero que saiba que suas palavras foram invertidas, e agora se prega que o dinheiro é a "solução" de todos os males.
Também é com tristeza que lhe digo que em nossa época ninguém mais quer ser chamado de pastor, missionário ou evangelista, pois isso é por demais humilde: um bom número almeja levar o título de apóstolo. Sei que em seu tempo, os apóstolos eram "fracos... desprezíveis... espectáculo para os homens... loucos... sem morada certa... injuriados... lixo e escória" [3]. Agora é bem diferente. Trata-se de uma honraria muito grande: acercam-se de serviçais que lhes admiram, quando viajam exigem as melhores hospedarias e são recebidos nos palácios pelos governantes.
Eles não costumam pregar seus textos, pois você fala muito da "Graça" e da "liberdade que temos em Cristo" [4]. Isso não soa bem hoje, pois a Igreja voltou à "teologia da retribuição" da Antiga Aliança (só recebe quem merece), e liberdade é a última coisa que os pastores querem pregar à suas ovelhas.
Você não é bem visto por aqui, pois sempre foi muito humano, sem jamais esconder suas fraquezas: chegou até reconhecer contradições internas, dizendo que não faz o bem que prefere, mas o mal, esse faz [5]. Eles não gostam disso, pois sempre se apresentam inabaláveis e sem espinhos na carne como você. A presença deles é forte, a sua fraca [6], eles são saudáveis, você sofria de alguma coisa nos olhos [7], eles jamais recomendariam a um irmão tomar remédio, como você fez com Timóteo [8], mas aqui eles oram e determinam a cura – coisa que você nunca fez.
Você dizia que por amor de Cristo perdeu "todas as coisas" considerando-as refugo [9]. As coisas mudaram, irmão. Agora cantamos: "Restitui, quero de volta o que é meu!".
Vivo em uma cidade que recebeu o seu nome, e aqui há um apóstolo que após as pregações distribui lencinhos vermelhos encharcados de suor, e as pessoas levam pra casa, como fizeram em Éfeso, imaginando que afastarão enfermidades [10]. Sim, eu sei que você nunca ordenou isso, nem colocou como doutrina para a igreja nas epístolas, mas sabe como é o povo....
Admiro sua coragem por ter expulsado um "espírito adivinhador" daquela jovem [11], embora isso tenha lhe custado a prisão e açoites. Você não se deixou enganar só porque ela acertava o prognóstico. Hoje há uma profusão de pitonisas e prognosticadores no meio do povo de Deus, todavia esses espíritos não são mais expulsos, ao contrário, nos reunimos ansiosos para ouvir o que eles têm a dizer para nós.
Gostaria de ter conhecido os irmãos bereanos que você elogiou. Infelizmente, quase não existem mais igrejas como as de Beréia, que recebam a palavra com avidez e examinem as Escrituras "todos os dias para ver se as coisas são de fato assim"[12].
Tem hora que a gente desanima e se sente fragilizado como Timóteo, o seu companheiro de lutas. Mas que coisa bonita foi quando você o reanimou insistindo para que reavivasse "o dom de Deus" que havia nele [13]. Estou lhe confessando isso, pois actualmente 90% dos pregadores oferecem uma "nova unção" para quem fraqueja. Amo esta sua exortação, pois você ensina que dentro de nós já existe o poder do Espírito, dado de uma vez por todas, e não precisamos buscar nada fora ou nada novo!
Nossos cultos não são mais como em sua época, onde a igreja se reunia na casa de um irmão, havia comunhão, orações, e a palavra explanada era o prato principal.... as coisas mudaram: culto agora é como fosse um show, a fumaça não é mais da nuvem gloriosa da presença de Deus, mas do gelo seco, e a palavra é só para ensinar como conseguir mais coisas do céu.
O Espírito lhe revelou que nos últimos tempos alguns apostatariam da fé "por obedecerem a espíritos enganadores" [14]. Essa profecia já está se cumprindo cabalmente, e creio que de forma irreversível.
Amado apóstolo, sinto ter lhe incomodado em seu merecido descanso eternal, mas eu precisava desabafar. Um dia estaremos todos juntos reunidos com a verdadeira Igreja de Cristo.
Edeildo Maciel
Sábado, 12 Novembro 2011 19:51
José Carlos Oliveira
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Aqui ficam algumas passagens bíblicas onde Deus promete que o seu povo Israel jamais deixará de ter direito à terra que lhe foi dada pelo Dono de tudo o que existe. Claro que neste momento o povo com quem Deus lida é a igreja (onde não há judeu ou gentio mas apenas aquele que crê no Senhor Jesus Cristo). É claro que Israel está, temporariamente, posto de parte por ter rejeitado o Rei e consequentemente o Reino. Mas um dia aqueles que rejeitaram o Messias vão dizer: “Bendito o que vem em nome do Senhor” (Mat.23:39) Seja como for, quando a igreja terminar a sua missão na terra, e for arrebatada, Deus voltará a lidar com Israel. Isso está revelado, em Ezequiel 37 e em Romanos 11. Mas para quem tem dúvidas aqui ficam outras passagens, clarinhas como água, que devemos ter em consideração.
Jr.31:35-37 = 32:37 = 33:20,21; Ezequiel 37:25, 28; Joel 3:16, 20; Amós 9:15 e Miquéias 7:17.
Segunda, 07 Novembro 2011 12:47
José Carlos Oliveira
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Já lá vão vários anos quando, visitando em S.ta Cruz do Bispo um casal de membros da IELP, me apercebi de que havia naquele lugar muitas crianças. De imediato pedi apoio musical à Ana Maria e iniciei ali encontros em que ensinava coros cristãos e lições bíblicas (próprias para crianças) àqueles miúdos. Mais tarde o Moura acabaria também por dar alguma colaboração ficando até entusiasmado com a quantidade de crianças (e adolescentes) que iam aparecendo.Havia um rapaz (já espigadote) que aparecia sempre e levava consigo umas castanholas. Durante a lição que procurava dar ele resolvia sempre brincar com as castanholas e fazia rir os miúdos, distraindo-os. Os apelos que eu lhe fazia para que não tocasse as castanholas resultava apenas durante alguns segundos sendo que logo a seguir ele esquecia-se e voltava à brincadeira. Confesso que por vezes quase perdi a paciência e orava ao Senhor por sabedoria para lidar com aquela situação. Até que um dia Deus trouxe à minha lembrança: “Aproveita a energia do rapaz”. Que grande ideia! Na próxima classe disse-lhe que ele podia colaborar nos coros tocando, juntamente com a viola, as suas castanholas. Remédio santo. A partir dali era o mais bem comportado do grupo.
Esta história verídica faz-me sempre lembrar como é importante utilizarmos as energias daqueles que, no grupo, parecem destoar. É só preciso sabedoria e sobretudo AMOR.
Lembremo-nos que não estamos autorizados pelo amor a EXCLUIR; estamos, isso sim, obrigados a INCLUIR. TODOS.
Sexta, 21 Outubro 2011 17:01
José Carlos Oliveira
Faleceu a D. Maria José (Avó da Sofia e mãe do Belarmino) há alguns meses que lhe foi detectado cancro nos pulmões e estava, neste momento, internada do IPO. O corpo deverá ser depositado hoje ´(ou amanhã) no Tanatório de Matosinhos (em Sendim) o funeral será Domingo e a cremação do corpo na Segunda-Feira. Mal conheça outros pormenores darei aqui a informação. À família enlutada endereço em nome da IELP sentidas condolências. Felizmente que ela fez, recentemente, a sua decisão por Cristo. Está por isso melhor agora.
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Quinta, 13 Outubro 2011 17:34
José Carlos Oliveira
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Recentemente fui, via Net, interpelado com a seguinte questão:
Há dias tive a oportunidade de conviver mais de perto com alguns amigos descrentes que ficaram a conhecer-me melhor em relação à minha crença e à minha vida cristã. Pude então aperceber-me que existiam coisas "estranhas" entre alguns deles. Por exemplo: dois deles, que estranhamente só se conheceram nas férias, percebiam quando alguma coisa não estava bem, à volta ou com alguém; parecia que sentiam que as coisas iam acontecer ou parecia que já sabiam de coisas que nunca foram ditas. Achei estranho e perguntei-lhes como pressentiam isso, numa de tentar saber que força era aquela, até que me contaram que tinham a "morada aberta". Explicaram-me que isso nasce com cada criança e que, com o passar do tempo, em algumas fecha-se essa morada, noutras continua aberta tornando-as sensíveis ao longo dos anos, pressentindo então as coisas e sabendo algumas coisas ao conviver ou olhar para alguém. Expliquei-lhes que isso seria uma força do mal, já que aos olhos de Deus esse dom não era bom. Só Ele pode saber as coisas e ver tudo. Ao que me responderam que nunca fizeram nem disseram nada de mal, mesmo quando o vêm ou sentem, que dizem apenas o que é de bom e só se acharem que o devem fazer, pois poucas pessoas sabem deste dom deles. Mas que como se tornam mais sensíveis também atraem outras pessoas iguais. Que se pode dizer acerca disto?
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Esta questão de alguém, pretensamente, ter “morada aberta” já existe há muitos séculos. Resumidamente as pessoas julgam ter a tal sensibilidade para se aperceberem de certos problemas, adivinhando ou prevendo alguns acontecimentos para a vida de certas pessoas. sendo possuidores de "morada aberta" dizem que não têm alternativa; precisam de ajudar as pessoas espiritualmente afectadas (presas a feitiços ou endemoninhadas ou estando a ser vítimas de maus desígnios de alguém) porque de outra forma elas mesmas não terão descanso. Muitas vezes as pessoas a quem ajudam passam a ter os mesmos "poderes" de quem as ajudou. A realidade é evidente: o diabo, com esta táctica, vai aprisionado e dominando as pessoas que a ele (sem o saberem) ficam subjugadas. Precisamos lembrar que, para o diabo e seus demónios, não é difícil revelar o que eles mesmos vão podendo testemunhar na vida diária das pessoas podendo até, em alguns casos, imitar suas vozes ou gestos (mesmo que essas pessoas já estejam mortas). Claro que essas “revelações” não serão mais do que “chover no molhado” ou mesmo causadoras de desavenças entre pessoas (familiares ou amigos) mas as tais são, regra geral, tão bem apresentadas que podem causar impacto ou impressionar. Porém é mais do mesmo; mais uma área do ocultismo. "Gato escondido com o rabo de fora".
Convém lembrar que todos os actos de adivinhação são condenados na Bíblia (Lev.19:26) e que, por isso, os que algumas coisas vão adivinhando não o podem estar a fazer com a permissão de Deus. Convém também não esquecer que os mortos não se comunicam com os vivos (Is.8:19) A solução, como para as outras áreas, é a pessoa ser libertada por Jesus Cristo (João,8:36) porque quando a pessoa recebe a Jesus como Senhor e Salvador recebe o Espírito Santo e onde está o Espírito de Cristo aí há liberdade (II COr,3:17)
No segundo Domingo de Outubro (dia 9/10) teremos o Dia Especial da Igreja. A ideia é passarmos, praticamente, todo o dia juntos.
De manhã teremos a Escola Dominical e um culto de louvor que incluirá a Santa Ceia. Almoçaremos juntos e de tarde, vamos continuar envolvidos em múltiplas actividades: Convívio, oração, prestação de contas, propostas de objectivos a atingir, colecta especial, etc.
Que ninguém falte!
Quinta, 22 Setembro 2011 15:50
José Carlos Oliveira
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Com frequência, ouve-se da parte de alguns crentes que isto ou aquilo é satânico. A frase é, regra geral, mais aplicável a músicas ou artistas e grupos musicais. A verdade é que “Todo o mundo está no maligno” (I João,5:19) e o próprio diabo não deixou de lembrar isso mesmo a Jesus Cristo (Lc.4:6). É claro que, neste mundo, há coisas que são claramente para rejeitar mas há outras em que cada um de nós deve ter liberdade para decidir. Na igreja de Roma, por exemplo, alguns crentes achavam satânico não celebrar certos dias e outros achavam satânico fazê-lo. Havia quem achasse satânico comer determinados alimentos e havia quem não visse qualquer mal em fazê-lo. Paulo mostra que cada um deve sentir liberdade para decidir e que ninguém o deve condenar por isso (Rom.14:1-6). O problema é quando as igrejas locais querem legislar sobre a vida particular dos crentes, como já anteriormente escrevi em artigo polémico. Tais igrejas, ao contrário de Deus (e de Paulo), não valorizam a liberdade cristã. Os líderes dessas igrejas acham-se no direito de dizer como os crentes devem viver no quotidiano: O que devem comer, como devem vestir-se, o que devem ler, o que podem ou não ver na televisão e no cinema, que músicas podem ou não ouvir, etc. A Bíblia diz que fomos chamados para a liberdade mas essas pessoas concentram-se apenas na outra parte do versículo: “Não useis da liberdade para dar ocasião à carne” (Gal.5:1 e 13). É claro que essa afirmação também lá está e deve ser tida em conta mas também é verdade que ela não nos deve fazer esquecer que fomos chamados para a liberdade e que não nos devemos tornar escravos de ideias alheias se elas não tiverem base nas Escrituras.
É triste que (por vezes sem nos apercebermos) estejamos a influenciar, sobretudo os mais novos na fé, para que se isolem do mundo quando Jesus Cristo disse pretender exactamente o contrário (João,17:15). Os dardos inflamados do maligno (Ef.6:16) não nos devem infundir tal medo (até porque podemos vestir a armadura) de sorte a que fiquemos “colados ao terreno” sem avançar com a mensagem libertadora do Evangelho. Se um jovem crente, que logicamente deverá ter amigos descrentes, é ensinado a considerar que tudo o que não é da igreja é satânico, está automaticamente a ser ensinado a construir barreiras e não pontes entre ele e os seus amigos sem Cristo. Não é, pois, de estranhar que os amigos de muitos crentes sejam outros crentes. Esta situação parece agradar a alguns dirigentes de igrejas mas seguramente não é do agrado de Deus.
Valerá a pena citar, por extenso, o que Paulo disse em I Coríntios 5:9-11. “Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem; Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais”.
Se levássemos à letra algumas formas de pensar então dificilmente trabalharíamos para patrões injustos, moraríamos entre vizinhos maldizentes ou blasfemos, deixaríamos ir os nossos filhos para uma escola que os ensina contra o ensino da Bíblia, etc. etc. A verdade é que não temos o direito de nos isolarmos de tal forma do mundo (com medo) de sorte que percamos a oportunidade de o influenciarmos como sal que somos. Aprendamos, pois, com o Apóstolo Paulo: “Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais. E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. I Cor. 9:19-22.
José Carlos Oliveira
Quarta, 17 Agosto 2011 12:03
José Carlos Oliveira
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Pensemos no grupo de seguidores de Cristo. Publicanos (odiados), pescadores quase sem letras, pessoas a quem ele tinha libertado de demónios e problemas físicos, ex-prostitutas e adulteras, pedintes, excluídos da sociedade (leprosos curados), etc. Não admira que os religiosos de Seu tempo o acusasse de comer e beber com pecadores; gente “moralmente pouco recomendável”.
Será que, mais tarde, esta realidade se verificava na igreja em Jerusalém? Ao lermos a epístola de Tiago descobrimos que cedo os cristãos se tornaram, ao contrário de Jesus, exclusivos e pouco inclusivos. Depressa a igreja se esqueceu que “Não são os (que se julgam) sãos que precisam de médico”. E hoje? Como é nas nossas igrejas locais?
Jesus quer continuar a viver neste mundo através da sua igreja e esta não pode esquecer que Ele é INCLUSIVO.
Quarta, 13 Julho 2011 13:03
José Carlos Oliveira
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No DN de hoje (última página) a responsável pela coordenação dos assuntos humanitários da ONU na África Oriental, Gabriella Waaijman, comentando a fome que se vive no denominado Corno de África, faz uma afirmação que considero reveladora: “Pensávamos que depois dos anos 80 nunca mais haveria fome”.
Pois é, mas a Bíblia (esse livro considerado por alguns velho, desactualizado e inútil) sempre disse que a fome, e as doenças resultantes da desnutrição, seria um sinal dos últimos tempos.
Claro que muitos também pensaram que as doenças desapareceriam com o evoluir da ciência. A verdade é que estão de regresso aquelas que já se julgavam debeladas e novos vírus e bactérias surgiram, entretanto, sem que haja medicamentos para o combate.
Custa (para alguns) admitir que a Bíblia tinha razão mas factos são factos…
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Segunda, 10 Outubro 2011 17:18
José Carlos Oliveira
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O que diz a Bíblia sobre os que consultam astrólogos e a astrologia para receber direcção para as suas vidas? A Bíblia diz em Isaías 47:13,14: “… levantem-se pois agora os agoireiros dos céus, os que contemplavam os astros, os prognosticadores das luas novas, e salvem-te do que há de vir sobre ti. Eis que serão como o restolho, o fogo os queimará; não poderão salvar a sua vida do poder das chamas; não haverá brasas, para se aquentar, nem fogo para se assentar junto dele”.
A astrologia é uma prática que tem por objectivo a adivinhação e que defende ter as posições relativas do Sol, da Lua e dos Planetas no céu uma influência nos indivíduos e nos afazeres humanos. É a “arte” de predizer os acontecimentos futuros, ou de revelar informação secreta, através de sinais ou agoiros. Deus proíbe o acto de adivinhação (Levítico 19:26) Quando os Israelitas estavam quase a entrar na Terra Prometida, Deus advertiu-os para não usarem a prática de adivinhação (Deut. 18:9, 12, 14) Na Bíblia a adivinhação é considerada um pecado grave. No I livro de Samuel 15:23 podemos ler: “Porque a rebelião é como o pecado de adivinhação…”.
Ninguém se deixe iludir com a aparente religiosidade que regra geral habite nas pessoas que se dedicam à astrologia ou práticas similares. Aquilo que Deus proíbe na Sua Palavra, se praticado, não pode ter a Sua bênção.
Segunda, 26 Setembro 2011 09:39
José Carlos Oliveira
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A história do filho pródigo, contada por Jesus em Lucas 15, tem várias lições que não devemos descurar hoje. Uma delas mostra, de forma clara, que Deus não deseja ter ninguém em casa à força e que quem lá está deve saber porque o faz, sem ter dúvidas de que aquele é o melhor lugar.
Na história os dois filhos estão enfastiados, achando ser aquele espaço uma prisão cerceadora da sua liberdade impedindo-os de usufruir tudo aquilo que de bom a vida tem. Um (o mais novo) assume esse fastio o outro não tem coragem de arriscar, mas apetece-lhe. Quando o mais novo regressa, depois de ter gasto a sua parte da herança e de já ter comido “o pão que o diabo amassou”, ele já não tem dúvidas de que aquela “cerca” que se sente em Casa do Pai afinal não se destina a cercear a sua liberdade e sim a protegê-lo. O Mais velho, entretanto, ainda está a choramingar pelo cabrito que o seu Pai não lhe deu para ele se alegrar com os seus amigos. Quando o Pai diz ao filho mais velho “Filho tu sempre estás comigo e todas as minhas coisas (incluindo os cabritos) são tuas”(v.31) ele pretende mostrar que se pode estar em Casa junto do Pai sem usufruir da sua presença e de toas as bênçãos o que Ele nos quer conceder.
Numa outra passagem (João, 6) quando Jesus pergunta aos discípulos, que ficam após Ele ter sido abandonado por uma multidão, se também se querem ir embora, Pedro (como porta voz) mostra que aqueles 11 discípulos sabiam bem que, fora da Casa do Pai não havia nada que valesse a pena: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna”. (vs.67,68)
Porque é que estás na Casa do Pai? Porque já compreendeste que é o melhor lugar ou porque tens medo de arriscar abandonar “a cerca”?
Por sugestão de um nosso irmão, cá vai um texto sobre discipulado.
"Todo discípulo é um crente, mas nem todo crente é um discípulo. Sabe porquê? 1) O crente espera pães e peixes; o discípulo é um pescador. 2) O crente luta por crescer; o discípulo luta para reproduzir-se. 3) O crente se ganha; o discípulo se faz. 4) O crente depende dos afagos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus. 5) O crente gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo. 6) O crente entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida. 7) O crente cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário. 8) O crente precisa ser sempre estimulado; o discípulo procura estimular os outros. 9) O crente espera que alguém lhe diga o que fazer; o discípulo é solícito em assumir responsabilidades. 10) O crente reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo. 11) O crente é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercer a sua fé. 12) O crente exige que os outros o visitem; o discípulo visita. 13) O crente busca na palavra promessas para a sua vida; o discípulo busca vida para receber as promessas da Palavra. 14) O crente pensa em si mesmo; o discípulo pensa nos outros. 15) O crente se senta para adorar; o discípulo anda adorando. 16) O crente pertence a uma instituição; o discípulo é uma instituição em si mesmo. 17) Para o crente, a habitação do Espírito Santo em si é sua meta; para o discípulo, é meio para alcançar a meta de ser testemunha viva de Cristo a toda criatura. 18) O crente vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica. 19) Os crentes aumentam a comunidade; os discípulos aumentam as comunidades. 20) Os crentes foram transformados do mundo; os discípulos transformaram, transformam e transformarão o mundo. 21) Os crentes esperam milagres; os discípulos os fazem. 22) O crente velho é problema para a igreja; o discípulo idoso é problema para o reino das trevas. 23) Os crentes se destacam construindo templos; os discípulos se fazem para conquistar o mundo. 24) Os crentes são fortes soldados defensores; os discípulos são invencíveis soldados invasores. 25) O crente cuida das estacas de sua tenda; o discípulo desbrava e aumenta o seu território. 26) O crente se habitua; o discípulo rompe com os velhos moldes. 27) O crente sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer uma igreja real. 28) A meta do crente é ir para o Céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o Céu. 29) O crente maduro finalmente é um discípulo; o discípulo maduro assume os ministérios para o Corpo. 30) O crente necessita de festas para estar alegre; o discípulo vive em festa porque é alegre. 31) O crente espera um avivamento; O discípulo é parte dele. 32) O crente agoniza sem nunca morrer; o discípulo morre e ressuscita para dar vida a outros. 33) O crente longe de sua congregação lamenta por não estar em seu ambiente; o discípulo cria um ambiente para formar uma congregação. 34) Ao crente se promete uma almofada; ao discípulo se entrega uma cruz. 35) O crente é sócio; o discípulo é servo; 36) O crente cai nas ciladas do diabo; o discípulo as supera e não se deixa confundir. 37) O crente é espiga murcha; o discípulo é grão que gera espigas saudáveis. 38) O crente responde talvez... o discípulo responde eis-me aqui. 39) O crente preocupa-se só em pregar o evangelho; o discípulo prega e faz outros discípulos. 40) O crente espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá. 41) O crente é pastoreado como ovelha. O discípulo ajuda a apascentar os cordeiros. 42) O crente se retira quando incomodado; o discípulo expulsa quem realmente quer incomodá-lo (os demônios). 43) O crente pede que os outros orem por ele; o discípulo ora pelos outros. 44) Os crentes se reúnem para buscar a presença do Senhor; o discípulo carrega a Sua presença através do Espírito Santo. 45) Ao crente é pregada somente a salvação pelo Sangue de Jesus; O discípulo toma a Santa Ceia e anuncia às potestades do ar a vitória de Cristo sobre elas, para a Glória de Deus. 46) O crente segue tentando limpar-se para ser digno de Deus; o discípulo não se olha mais e faz a obra na fé de que Cristo já o limpou. 47) O crente espera que alguém lhe interprete as escrituras; o discípulo conhece a voz de seu Senhor e testemunha dEle. 48) O crente não se relaciona com membros de outras igrejas; o discípulo ama a todos pois isto é uma ordem de Deus, e só assim o mundo o reconhecerá como discípulo de Jesus. 49) O crente procura conselhos dos outros para tomar uma decisão; o discípulo ora a Deus, lê a Palavra e em fé toma a decisão. 50) O crente espera que o mundo melhore; o discípulo sabe que não é deste mundo e espera o encontro com seu Senhor. "...Aviva ó Senhor, a Tua Obra..." - Habacuque 3:2" Querido irmão, querida irmã. Grife as máximas que mais falaram ao seu coração. Ore e procure agir de modo que Você seja um DISCÍPULO DE JESUS e não apenas um crente. Fonte: www.ievy.com.br
Terça, 02 Agosto 2011 20:10
José Carlos Oliveira
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Igreja
Fui agora mesmo informado da partida para o Senhor do irmão Adolfo Oliveira. Durante vários anos unido ao Movimento dos Irmãos a sua formação teológica no seminário Baptista não deixariam de o influenciar a aderir ao movimento Baptista (apesar de essa não ter sido uma situação pacífica entre baptistas). Foi o fundador de várias igrejas locais; da revista Vida Abundante (quando ainda entre os "Irmãos") tendo aberto também a Livraria Vida, no Porto. Foi ainda, durante vários anos, responsável pela Comissão de Distribuição de Literatura de Casa em Casa. O Funeral realiza-se amanhã, dia 3 de Agosto, às 10 horas, na Igreja Baptista de Cedofeita. À família enlutada endereçamos sentidas condolências lembrando que os crentes, embora também chorando a partida dos seus entes queridos, não o fazem sem esperança.
O Senhor há-de confortar o coração de todos os que, embora chorando, n’Ele confiam.
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